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Mata de São João Mata de São João

Cemitério Municipal pode ter capacidade atingida em abril

Em menos de um ano, cemitério já necessita de ampliação. Prefeitura diz que obras iniciam no próximo mês.

14/03/2017 16h36 Atualizada há 10 anos atrás
Por: Redação Fonte: Maryane Meira e Gabriel Seixas
Cemitério Municipal pode ter capacidade atingida em abril

Inaugurado há 11 meses, o Cemitério Municipal de Mata de São João, localizado no bairro do Caboré, está com a sua capacidade de sepulturas esgotando e deverá ser ampliado o mais rápido possível. O espaço conta hoje com apenas 13 covas disponíveis, segundo levantamento feito pelo Mais Região nesta terça-feira (14).

Considerando que entre os meses de janeiro e fevereiro, 28 sepultamentos foram feitos no cemitério, a expectativa é que as vagas disponíveis sejam ocupadas em até 45 dias.  

De acordo com informações do secretário municipal de Obras e Serviços Públicos (Seosp), Jiló, o edital de licitação foi publicado na semana passada no Diário Oficial do Município e as obras para a construção da segunda etapa, que compreende na implantação de 300 novas gavetas, devem começar no próximo mês. 

Segundo o novo diretor de obras da Seosp, Arthur Pinho, o novo formato do cemitério, com instalação de gavetas ao invés de covas partiu da comunidade, que preferiu a instalação das mesmas, como melhor maneira de conservação. “Vamos implantar sistema de gavetas e extinguir as covas, pois compreendemos junto à comunidade que a construção visando manter o espaço mais organizado”, ressalta Arthur Pinho.

Ainda segundo informações do diretor de obras, o espaço que possui capacidade para 1200 sepulturas, já possui cerca de 200 covas ocupadas. “No município contabilizamos em média 20 mortes por mês e diante desse cenário estamos trabalhando no intuito de ampliar o mais rápido possível o novo cemitério”, alerta Pinho.

nullCemitério conta com dois espaços para realização de velórios simultâneos. (Foto: Ag. Mais Região)


Ossário – Com a construção das gavetas, a Seosp também planeja para o início de 2018 a construção do ossário – local que vai armazenar os restos mortais que serão removidos das covas existentes e das gavetas, após três anos do sepultamento .

Infiltrações – Sobre o problema relacionado ao acumulo de água nas covas, o secretário Jiló garante que já foi resolvido. “A água que estava acumulada nas covas foi drenada e o problema solucionado. A última intervenção que fizemos no local no tocante as infiltrações foi feita em novembro”, frisa o mandatário da Seosp.


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