Ao se recusar a entrar em campo após ser chamado por Guto Ferreira no final do segundo tempo, Cajá foi pauta de reunião da diretoria do clube na tarde desta quinta-feira (23). A princípio, ele deve ser afastado e o primeiro indício ocorreu na reapresentação do elenco, em que o jogador ficou apenas na academia e não desceu para o campo como seria o normal, já que não atuou contra o Fortaleza.
Segundo apurou o CORREIO, a cúpula tricolor considera a rescisão de contrato, mas esbarra no alto salário do jogador que gira em torno de R$ 300 mil e é o maior entre todos os jogadores do elenco. A tendência é que o clube tente um acordo com o atleta e seu empresário para tentar definir a sua saída.
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