O pedido de prisão de Lula consta nas alegações finais do processo que apura suposto pagamento de propina pela OAS ao ex-presidente, por meio da entrega de um apartamento triplex no Guarujá, litoral paulista, segundo o G1.
O MPF afirma que o apartamento seria entregue a Lula como contrapartida por contratos que a OAS fechou com a Petrobras, nos anos em que o político foi presidente da República.
O MPF pediu ainda a prisão ainda do ex-presidente da OAS, José Aldemário Pinheiro Filho, o Léo Pinheiro, e outros executivos da construtora. A ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva também era ré do mesmo processo. Ela teve nome excluído da ação penal após sua morte, em fevereiro deste ano.
O MPF diz que Léo Pinheiro, Agenor Franklin Medeiros e Paulo Gordilho, devem ter as penas reduzidas pela metade, "considerando que em seus interrogatórios não apenas confessaram ter praticado os graves fatos criminosos objeto da acusação, como também espontaneamente optaram por prestar esclarecimentos relevantes acerca da responsabilidade de coautores e partícipes nos crimes, tendo em vista, ainda, que forneceram provas documentais acerca dos crimes que não estavam na posse e não eram de conhecimento das autoridades públicas".
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