O ex-deputado Luiz Argôlo (SD-BA), condenado no âmbito da Operação Lava Jato por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para obter direito ao regime semiaberto.
O político está preso em regime fechado em Curitiba desde 2015 e tenta a progressão da pena de 11 anos e 11 meses. O ministro Felix Fisher, relator dos recursos da Lava Jato no STJ, não reconhece o pedido, pois entende que a via recursal em instâncias inferiores ainda não foi esgotada.
Nas palavras de Fisher, o ex-parlamentar descumpriu as obrigações que lhe foram impostas pela justiça, que incluíam a indenização em R$ 1 milhão aos cofres públicos.
Recentemente, a esposa de Argôlo foi denunciada na Ouvidoria-Geral do Estado por colegas, que defendem que ela não compare ao trabalho, na Secretaria de Agricultura da Bahia (Seagri-BA), mas ganha salário normalmente.
Disputa Eleitoral Kassio Nunes Marques descarta proibição de canais do WhatsApp antes da eleição
Justiça Democracia exige que perdedor respeite as regras do jogo, diz Fachin
2º Turno TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição
Eleições 2026 Conselho da Meta aponta falhas recorrentes e cobra transparência na moderação eleitoral
Evolução clínica Roberta Roma recebe alta após cinco dias internada com dores no peito
Eleições 2026 Local de votação ainda pode mudar; consulte de novo antes de ir à urna