No final de agosto desse ano, os oito condenados – cada um pegou 11 anos e oito meses de prisão, em primeira instância –, tiveram a pena reduzida para 10 anos. Apesar da decisão, ainda cabe novo recurso. Foram condenados Eduardo Martins Daltro de Castro Sobrinho, Edson Bonfin Berhends dos Santos, Willian Ricardo de Farias, Weslen Danilo Borges Lopes, Michael Melo de Almeida, John Ghendow de Souza Silva, Guilherme Augusto Campos Silva e Alan Aragão Trigueiros.
Em maio de 2015, todos os 10 suspeitos foram condenados a 11 anos e oito meses de prisão pela juíza Márcia Simões Costa, titular da Vara Crime de Ruy Barbosa. No entanto, os réus Carlos Frederico Santos de Aragão, à época segurança do grupo, e Jeferson Pinto dos Santos, um dos componentes, acabaram sendo absolvidos na decisão mais recente.
Em entrevista ao programa Cidade Alerta, da Recorda Bahia, o advogado Kleber Andrade, que representa parte dos réus, criticou a decisão de manda-los de volta para a prisão. “Fui pego de surpresa. Acho que a decisão é equivocada, porque o processo ainda encontra-se em grau de recurso no TJ-BA e não poderia ser expedido esse mandado de prisão, nem feito a execução provisória, como foi feita lá em (cidade de) Ruy Barbosa”, criticou o defensor. A assessoria do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) não foi localizada para comentar a decisão.
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