Ele dificilmente se machuca, toma poucos cartões e por isso é o terceiro jogador do elenco do Bahia que mais atuou na Série A deste ano. Somente Jean, que disputou todas, e Zé Rafael, que esteve em 29 das 30 partidas, jogaram mais que Eduardo. A regularidade é motivo de orgulho para ele.
"Quero acabar o ano assim, jogando sem descanso. Do Brasileiro, (fiquei fora) contra o Sport. Só lembro contra o Sport", disse Eduardo. Ele esqueceu que também não esteve presente no empate por 1x1 com o Coritiba, na Fonte Nova. Se o número de presenças chama a atenção a seu favor, o mesmo não se pode dizer dos gols.
Apesar de não ser um jogador de ataque, Eduardo não marca desde o dia 10 de agosto de 2013, quando atuava pelo Joinville, na derrota do time catarinense por 2x1 diante do Paysandu pela Série B. A cobrança por voltar a balançar as redes é motivo até de piada, mas ele garante não se importar.
"Minha filha mais velha foi a única que me viu fazer gol. Tem uns três anos (quatro, para ser preciso) que não faço gol. Enquanto tiver cooperando, não me importo. As assistências estão valendo a pena", brinca. Ele até passou perto no Ba-Vi, em um chute desviado que Caíque fez grande defesa.
"Quando a bola estava chegando no Caíque, eu gritei gol. Meus parentes quase quebraram a mesa, esperando que ia sair o gol. Está de bom tamanho o triunfo, fiquei muito feliz de ter vencido. Eu gostei muito da minha atuação. Espero que a gente consiga manter esse padrão no resto do campeonato", finalizou.
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