A dívida pública federal deve alcançar 80% do Produto Interno Bruto (PÌB) e a partir de 2020 estabilizar-se nesse patamar. A previsão foi apresentada nesta quarta-feira (1º) pelo ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Dyogo Oliveira, durante audiência pública na Comissão Mista do Orçamento, na Câmara dos Deputados.
“Teremos continuidade do crescimento da dívida pública, que já está em mais de 75% este ano”, disse o ministro, acrescentando que, em 2013, a dívida estava em 51,5% do PIB. “Em 2019, deveremos superar 80% do PIB, mas com as reformas o cenário é de estabilização a partir de 2020, em 80% do PIB. É um percentual alto mas que, com as medidas, poderá ser controlado”.
A expectativa é de que Lei Orçamentária de 2018 seja aprovada pelos parlamentares antes do recesso de fim de ano. No entanto, em função das alterações feitas pelo governo federal nesta semana, é possível que o trâmite do texto sofra algum atraso.
A lei antecipa a receita que deve ser arrecadada e determina o limite das despesas para o ano que vem.
O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, anunciou no último dia 30 a revisão do Orçamento de 2018 com a previsão de redução de R$ 4 no valor do salário mínimo, que passa de R$ 969 para R$ 965.
Na mensagem modificativa do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2018, o governo mantém a previsão de crescimento de 2% do PIB para 2018 e uma inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 4,2%. O governo também reduziu a previsão da taxa Selic de 8% ao ano para 7,25%.
A mensagem modificativa foi necessária porque a peça orçamentária enviada em 31 de agosto não considerou a revisão da meta de déficit fiscal para o ano que vem e a redução das despesas.
Disputa Eleitoral Kassio Nunes Marques descarta proibição de canais do WhatsApp antes da eleição
Justiça Democracia exige que perdedor respeite as regras do jogo, diz Fachin
2º Turno TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição
Eleições 2026 Conselho da Meta aponta falhas recorrentes e cobra transparência na moderação eleitoral
Evolução clínica Roberta Roma recebe alta após cinco dias internada com dores no peito
Eleições 2026 Local de votação ainda pode mudar; consulte de novo antes de ir à urna