"Se o Brasil não conseguir retomar o crescimento econômico, gerar empregos de qualidade e ter um programa de segurança alimentar voltado especificamente para as zonas mais deprimidas, nós podemos, infelizmente, voltar a fazer parte do Mapa de Fome da FAO", afirmou ao Uol.
De acordo com o estudo, que reúne as nações com mais de 5% da população subalimentada - ou seja, com alimentação composta por menos calorias diárias do que o recomendado - a fome cresceu no mundo entre 2015 e 2016. Antes disso, em 2014, o Brasil conseguiu se retirar da lista por, à época, ter 3% de sua gente com restrições severas de alimentação.
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