Um pedido de liberdade apresentado pelo deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi rejeitado nesta terça-feira (28) pela Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Mesmo que o habeas corpus fosse aceito, Cunha continuaria preso devido ele já ter outras três ordens de prisão contra ele.
Durante a sessão, o relator do caso, o ministro Edson Fachin, alegou que, caso seja solto, ainda há risco de Cunha voltar a cometer delitos. "Não reconheço constrangimento ilegal decorrentes da duração da medida gravosa e afasto também a configuração de excesso de prazo", disse.
O pemedebista foi preso em outubro do ano passado. Cunha foi condenado, em março deste ano, pelo juiz Sérgio Moro, a 15 anos e 4 meses de prisão pelos crimes de lavagem de dinheiro, corrupção passiva e evasão de divisas. A condenação foi confirmada em segunda instância, na semana passada, pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4). Porém, a pena foi reduzida para 14 anos e 6 meses de reclusão.
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