Apenas no mês de dezembro, três ministros do governo Temer pediram demissão: Antonio Imbassahy (PSDB-BA), da Secretaria de Governo, Ronaldo Nogueira (PTB-RS), do Trabalho, e Marcos Pereira (PRB-ES), da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.
Nessa quinta-feira (4), foi a vez de o titular da pasta da Saúde, Ricardo Barros (PP-PR), anunciar que deixará a função, em abril. É neste mês que termina o prazo para os ministros que desejam disputar as próximas eleições abandonarem as funções. A lei diz que ministros deixem o cargo até seis meses antes do pleito.
Até lá, a lista deve crescer. Segundo informações do blog do Valdo Cruz, no portal G1, além de Barros, mais 12 ministros podem desembarcar da equipe do presidente Michel Temer, sendo nove que pretendem tentar um lugar na Câmara dos Deputados; um que quer uma vaga no Senado, Aloysio Nunes; outro que pode disputar o governo de São Paulo, Gilberto Kassab; e, por fim, o que vislumbra a disputa presidencial, é o caso de Henrique Meirelles.
Confira os nomes abaixo:
Mendonça Filho (Educação, DEM)
Fernando Coelho (Minas e Energia, sem partido)
Helder Barbalho (Integração Nacional, MDB)
Sarney Filho (Meio Ambiente, do PV)
Leonardo Picciani (Esportes, MDB)
Marx Beltrão (Turismo, MDB)
Maurício Quintela (Transportes, PR)
Raul Jungmann (Defesa, PPS)
Osmar Terra (Desenvolvimento Social, MDB)
Aloysio Nunes Ferreira (Relações Exteriores, do PSDB)
Gilberto Kassab (Comunicações, do PSD)
Henrique Meirelles (Fazenda, do PSD)
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