Sexta, 10 de Julho de 2026 15:37
(71) 99663.6360
Dólar comercial R$ 5,11 -0,25%
Euro R$ 5,83 -0,40%
Bitcoin R$ 345.526,63 ++0,97%
Bovespa 177.320,22 pontos +2.65%
Política em Foco Decisão

Garotinho deixa PR e critica partido

ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho comunicou seu afastamento do PR

18/01/2018 11h54
Por: Redação Fonte: Notícias ao Minuto
Garotinho deixa PR e critica partido

Um texto publicado em seu blog, nessa quarta-feira (17), o ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho comunicou seu afastamento do PR. O anúncio foi feito no mesmo dia em que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o autorizou a reassumir o comando do diretório estadual do partido no Rio de Janeiro.

"Deixo o PR aliviado já que o partido hoje é uma sucursal do governo Michel Temer, que está entregando o Brasil, perseguindo aposentados, comprando deputados para aprovar reformas políticas, gastando bilhões para não ser investigado sobre as malas de Geddel Vieira Lima, as mutretas de Cunha, as maracutaias de Rodrigo Rocha Loures", escreveu.

Ele também criticou uma ata recebido da Executiva Nacional da legenda dissolvendo a Executiva Regional Provisória do PR no Rio de Janeiro, alegando, entre os motivos, a perda no tempo de propaganda; queda no número de deputados federais do partido no estado; além da situação "insustentável" da cúpula do partido no Rio de Janeiro. As informações são do portal G1.

"Aproveitaram um momento circunstancial, onde estou enfrentando a maior quadrilha da história do Rio de Janeiro, para me jogar ao vento. Não me conhecem. A fraqueza nunca foi uma das minhas marcas nem a traição, a falta de palavra", escreveu Garotinho.

O ex-governador foi preso em novembro, por determinação do Juízo Eleitoral de Campos dos Goytacazes, município do norte fluminense e reduto eleitoral dele e de sua esposa, a também ex-governadora Rosinha Garotinho, que também foi presa. Ambos são acusados de corrupção e organização criminosa.

Ele deixou o Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na zona oeste do Rio, em 21 de dezembro, após determinação do ministro Gilmar Mendes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.