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10 dias após crime, Cantor que matou a namorada em Mata continua foragido

Homicídio foi registrado em Amado Bahia no dia 12 de julho. Mandado de prisão foi expedido contra acusado.

22/07/2019 11h05 Atualizada há 7 anos atrás
Por: Redação
10 dias após crime, Cantor que matou a namorada em Mata continua foragido
Dez dias após assassinar a namorada no dia 12 deste mês, no distrito de Amado Bahia, em Mata de São João, Alessandro Souza dos Santos continua foragido. O acusado matou a jovem de 22 anos, com quem manteve um relacionamento de pelo menos cinco anos, com duas facadas no pescoço.

No dia do crime, Alessandro enviou uma mensagem de áudio no WhatsApp para o pai informando que se entregaria à polícia, fato que não ocorreu até o momento. 

No inicio da tarde desta segunda-feira (22), familiares e amigos da jovem participaram ao vivo do programa Bahia Meio Dia, da Tv Bahia, e fizeram uma manifestação para pedir Justiça. 

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O delegado titular de Mata de São João, Euvaldo Costa, revelou durante entrevista à Tv Bahia que já existe um mandato de prisão preventiva expedido contra Alessandro. Ele revelou também que uma amiga da vítima informou à Polícia que Daiane tinha se queixado à ela de ameaças por parte do acusado, mas que a família não tinha conhecimento. 

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Entenda o caso

A jovem Daiane Oliveira Mota foi morta com dois golpes de faca pelo namorado, Alessandro Souza dos Santos, na casa da mãe dele no dia 12 de julho. O crime aconteceu na Rua Heitor Vicente Viana, no distrito de Amado Bahia.

A vítima, que tinha 22 anos, não chegou a ser socorrida pois não resistiu aos ferimentos e morreu no local. 

O assassino relatou ao pai em mensagens enviadas pelo WhatsApp que a motivação do crime seria traição, versão que é contestada por familiares e amigos da jovem. 

Um primo da vítima, Danilo Oliveira, disse em entrevista ao portal G1 disse que a jovem tentou terminar o relacionamento em 2018, mas o suspeito pediu que eles reatassem e ainda fez uma tatuagem com o nome dela.

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"Eles estavam com a relação abalada. Ela queria terminar, não sei o motivo, parece que não estava mais dando certo, mas ela não conseguia. Ele dizia que estava em depressão, sofrendo e que iria se matar, mas nunca soubemos de agressões dele contra ela. Ele conhecia toda a família, era tranquilo. A casa dele era cerca de 1km de distância da dela. As famílias se conheciam", contou Danilo.

"Depois que ela chegou do trabalho, ele veio buscar ela para ir na casa dele. Lá [na casa] ele trancou o quarto e atacou ela. Quando ele esfaqueou ela, ela gritou. Um cunhado dele ouviu e correu para o quarto. Ao perceber que a porta estava trancada, o cunhado dele arrombou a porta e ainda o viu com a faca na mão. Ele fugiu", contou Danilo.
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