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Política em Foco FGTS

'Quem acha pouco é só não retirar', diz Bolsonaro sobre os R$ 500 do FGTS

Para Bolsonaro, a medida é um

25/07/2019 20h43 Atualizada há 7 anos atrás
Por: Redação Fonte: Estadão
'Quem acha pouco é só não retirar', diz Bolsonaro sobre os R$ 500 do FGTS

O presidente Jair Bolsonaro defendeu nesta quinta-feira (25) o saque de R$ 500 para contas ativas e inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), medida anunciada nas novidades da área pela equipe de economia.  “Fizemos o que era possível ser feito. Quem acha pouco é só não retirar”, disse.

Para Bolsonaro, a medida é um "pequeno ânimo para a economia". Questionado se a maioria não usaria o valor para pagar dívidas, e não para consumo, Bolsonaro disse que isso era o que dava para fazer agora. “Não podemos abrir de forma muito ampla porque prejudicaremos os mais pobres na aquisição da sua casa. E o governo não vai abandonar isso aí”, falou, em Manaus.

O governo federal anunciou na quarta-feira, 24, novas regras para a liberação dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Entre as medidas, estão o saque para todo o trabalhador de até 500 reais neste ano e a criação de uma nova regra que permitirá ao trabalhador ter acesso a uma parcela do dinheiro anualmente, batizada de “saque-aniversário”. Essa medida é opcional, e, caso a escolha, o cidadão abdica da regra anterior, em que o dinheiro era liberado em caso de rescisão de contrato de trabalho. O valor a ser retirado aumenta percentualmente quanto menor o saldo da conta. Além disso, existe uma parcela que é adicionada ao total a ser retirado. 

Segundo o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, serão 106 milhões de pessoas beneficiadas com a movimentação de recursos de 260 milhões de contas. As agências e correspondentes bancários serão abertos sábados e domingos para atender aos trabalhadores, segundo o executivo. A medida vai liberar 42 bilhões de reais na economia brasileira, sendo 30 bilhões de reais neste ano (28 bilhões de reais do FGTS e 2 bilhões do PIS/Pasep) e 12 bilhões de reais em 2020.

 

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