O presidente Jair Bolsonaro reconheceu, hoje (2), que pode recuar na decisão de extinguir a Agência Nacional do Cinema (Ancine), devido aos empregos gerados pelo setor audiovisual. Contudo, o chefe do Executivo nacional voltou a defender que não seja utilizado dinheiro público em filmes como "Bruna Surfistinha", que conta a história de uma garota de programa.
"Se tiver que recuar, eu recuo. Quantas vezes vocês falam que eu recuei?", disse Bolsonaro. "Tem a questão do audiovisual que emprega muita gente, então tem que ver por esse lado. Não é apenas a Bruna Surfistinha. Se fosse 40 anos atrás, eu estaria vendo o filme da Bruna Surfistinha. Hoje eu não vou ver não, fica tranquilo", acrescentou.
Em transmissão ao vivo nas redes sociais, em 25 de julho, Bolsonaro disse que iria "buscar a extinção da Ancine" porque "não tem nada que o poder público tenha que se meter a fazer filme".
Ele ainda negou que a restrição no financiamento dos filmes seja censura. "O que não pode é dinheiro público para este tipo de filme. Não é censura. Não proibi. Não estou falando que vou censurar, até porque não tenho poderes para isso. Agora, com dinheiro público, não", afirmou
Gestão Municipal Pesquisa aponta que gestão de Augusto Castro tem 79,9% de aprovação em Itabuna
Justiça Por ordem de Moraes, PF faz busca por armas na casa de Bolsonaro
Proteção Infantil Senado aprova projeto que aumenta penas para crimes sexuais digitais contra crianças e adolescentes
Justiça Moraes dá 10 dias para PF ouvir Flávio em caso de calúnia contra Lula
EUA x Brasil Flávio pede aos EUA que desistam do tarifaço: “Pior momento possível”
Justiça Exército entrega armas de Bolsonaro à PF e informa falta de duas