A apreensão do livro ‘Nada menos que tudo’, em que o ex-procurador-geral Rodrigo Janot relata que chegou a planejar o assassinato a tiros do ministro Gilmar Mendes foi pedida pelo subprocurador-geral Moacir Guimarães Morais Filho ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).
“O certo é que, a prova da confissão da suposta conduta delituosa está a suscitar comentários na sociedade e nas instituições, razão pela qual o suplicante considera nociva à divulgação do livro sem que sejam excluídos dele os capítulos relativos ao fato confessado pelo autor da obra”, afirma, em ofício ao conselheiro Otávio Luiz Rodrigues.
Também foi pedido que seja determinada a retirada dos exemplares das ‘bancas’, e, caso ainda não esteja à venda, o subprocurador pede que as páginas sobre Gilmar sejam retiradas da obra.
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