A partir deste sábado (2), o uso da mascara de proteção será obrigatório em praças, parques, ruas e estabelecimentos comerciais de Mata de São João serão obrigadas, a partir do próximo sábado (2). A medida, estabelecida por decreto municipal (nº 514), faz parte das ações de prevenção ao Coronavírus no município.
De acordo com o decreto, que tem como base a Declaração de Emergência em Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII), da Organização Mundial de Saúde para o COVID-19), os responsáveis por estabelecimentos comerciais e por outros espaços públicos, que estão autorizados a funcionar, também são obrigados a proibir o ingresso e permanência de qualquer pessoa sem máscara de proteção em suas dependências.
O prefeito Marcelo Oliveira explica que essas medidas são para a proteção da vida das pessoas. “São essas ações, esses sacrifícios, que têm ajudado Mata de São João a ter certo controle da situação. Por isso não podemos relaxar e contamos com a colaboração de todos os cidadãos, para vencermos essa guerra”, convoca o prefeito.
Fiscalização
Com a medida, que visa conter a disseminação do vírus, a Polícia Municipal inicia também o trabalho de fiscalização na sede, zona rural e litoral do município.
Em entrevista no Programa É do Povo, nesta quinta-feira (30), o comandante da Guarda Municipal, George Chimada, deu detalhes de como funcionará o trabalho dos agentes. “A partir do dia 02, vamos fiscalizar com mais afinco o uso da máscara facial. Se uma pessoa for flagrada dentro de uma estabelecimento comercial sem máscara, irão ser penalizados o proprietário do local e a pessoa. A depender da situação, até uma interdição do estabelecimento comercial”, destacou.
Mais medidas
Entre as medidas de prevenção ao COVID-19 em Mata de São João estão a proibição de eventos; o fechamento de comércio com mais de 200 metros quadrados (que não ofereçam produtos e serviços essenciais à sobrevivência da população), a distribuição de cestas básicas para os cerca de 10 mil alunos da Rede Municipal de Educação e para famílias em vulnerabilidade social; e o fechamento de hotéis com mais de 50 funcionários.