Exame toxicológico do funkeiro MC Kevin, que morreu após cair da varanda de um hotel na Barra da Tijuca, apontou uso de droga. No sangue colhido do artista, foi possível detectar duas substâncias compatíveis com os padrões de cafeína e Metilenodioximetanfetamina (MDMA), conhecida como ecstasy.
De acordo com laudo do Instituto Médico Legal (IML), outra análise do sangue do cantor já tinha mostrado que o nível de álcool no sangue de Kevin era suficiente para causar descontrole físico e emocional.
O uso do ecstasy pode causar aumento da tensão muscular e da atividade motora, dependendo da quantidade e condições do usuário. O laboratório de toxicologia não dispõe de metodologia para quantificar a substâncias. Segundo o laudo técnico, “Não há elementos para afirmar se as mesmas foram utilizadas em doses usuais ou excessivas”.
A informação confirma os depoimentos prestados pelos amigos do MC e pela modelo Bianca Dominguez. Eles relataram que o cantor tinha feito uso de drogas e ingerido bebida alcoólica.
Segundo o laudo da perícia, divulgado no último dia 23, a morte do cantor "teve como causa aparente um acidente". O cantor morreu aos 23 anos no dia 16 de maio. Ele chegou a ser internado com vida no Hospital Municipal Miguel Couto, mas não sobreviveu. A queda causou um traumatismo craniano.
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