Nem ser um dos artistas mais conhecidos da Bahia, autor de sucessos como Flores da Favela e Amar é Bom, impediu Jau de ser impedido, na noite desta quinta-feira (2), de acessar o Sette Restaurante, na Barra, em Salvador. Ele acusa o restaurante de racismo.
Em vídeo, Jau disse que o restaurante justificou sua "inconformidade com o local" por causa das roupas. O cantor, então, mostrou seu "indumentário" e questionou se esse realmente seria o problema.
"Com toda humildade do planeta Terra, eu acho que um cidadão vestido dessa forma pode entrar em qualquer ambiente, independentemente da cor dele. Ele vestido dessa forma só pode ser barrado no ambiente se houver algum problema racial, ou se houver algum problema de índole, ou se houver algum problema com essa pessoa, que não é meu caso. Eu sou artista da terra. Fui no restaurante Sette, fui barrado, impedido de entrar porque estava vestido assim", inicia o cantor.
"Não era a indumentária, faltava-me talvez olhos azuis e cabelos louros, não os tenho, não culpo que os tem, não os quero ter, mas preciso da minha liberdade de ir e vir e hoje o restaurante Sette foi preconceituoso comigo e minha equipe não deixando a gente adentrar ao espaço. Não é um lugar democrático, não é um lugar frequentável, é um lugar racista", denuncia Jau.
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