Segunda, 06 de Julho de 2026 16:55
(71) 99663.6360
Dólar comercial R$ 5,13 -0,68%
Euro R$ 5,87 -0,62%
Bitcoin R$ 347.090,6 ++1,96%
Bovespa 172.341,95 pontos -0.99%
Política em Foco Covid-19

Bolsonaro fala da vacinação de crianças e lembra: ‘Pfizer não se responsabiliza por eventuais efeitos adversos’

Presidente afirmou que a imunização de crianças de 5 a 11 anos no Brasil não será obrigatória

07/01/2022 11h51
Por: Keila Abreu Fonte: Pleno News
Reprodução
Reprodução

Nesta quinta-feira (6), durante sua tradicional live pelas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro falou sobre a vacinação de crianças entre 5 e 11 anos de idade contra a Covid-19. De acordo com ele, a imunização não será obrigatória, e ninguém poderá impedir que as crianças sejam matriculadas em escolas.

A vacina anticovid da Pfizer que será aplicada em crianças será diferente da utilizada em adultos e adolescentes. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), menores de 12 anos deverão receber doses com apenas um terço da quantidade aplicada no restante do público.

Para isso, a Pfizer deverá produzir frascos diferentes para diferenciar os grupos, sendo usada a cor laranja para crianças e a roxa para adolescentes e adultos.

– A vacina [para crianças] será de forma não obrigatória. Então, ninguém é obrigado a vacinar o seu filho. Se não é obrigatória, nenhum prefeito ou governador, existem alguns aí com essa ideia, poderá impedir o garoto ou a garota de se matricular na escola por falta de vacina – apontou o presidente.

Bolsonaro também falou sobre alguns efeitos da vacina e lembrou que a Pfizer não se responsabiliza “por eventuais efeitos adversos”.

– O que vai ser falado, entre outras coisas: que o fabricante, no caso a Pfizer, não se responsabiliza por eventuais efeitos adversos da vacina. A Pfizer fez a vacina, e [ela] está aí sendo testada, como a própria Pfizer diz, que tem certos efeitos colaterais que vamos tomar conhecimento em 2023, 2024 e por aí afora – destacou.

Bolsonaro ainda disse que não pretende vacinar sua filha Laura.

– Eu adianto a minha posição: a minha filha de 11 anos não será vacinada. Se você quiser seguir o meu exemplo, tudo bem. Se não quer, tudo bem; [é] um direito seu – afirmou.

 

 

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.