Os conselheiros do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia acataram, parcialmente, a denúncia contra o prefeito de Simões Filho, Diógenes Tolentino de Oliveira, por irregularidades no contrato de organização social para gerenciar o Hospital Municipal de Simões Filho. Cabe recurso da decisão.
A denúncia foi apresentada pela Associação de Proteção à Maternidade e à Infância de Castro Alves, que acusou o prefeito de ter cometido as seguintes irregularidades: não ter numerado o processo administrativo relativo ao chamamento público; não ter realizado a devida pesquisa de mercado; não ter submetido o processo administrativo ao órgão de controle interno; não ter republicado – com reabertura de prazo – o edital do chamamento público após modificação num de seus itens; e não ter apresentado o ato de nomeação da comissão julgadora.
O chamamento público foi realizado em 2019, com contrato estimado em mais de R$42 milhões. O conselheiro Nelson Pelegrino, relator do processo, determinou que o gestor não promova a prorrogação do contrato de gestão proveniente do chamamento, e que seja realizada uma nova licitação. O gestor foi multado em R$4 mil pelas irregularidades.
O Hospital Municipal de Simões Filho (HMSF) está sendo administrado pela Fundação da Associação Bahiana de Medicina (Fabamed) desde o dia 31 de dezembro de 2019.
No bairro KM 30 Polícia Civil prende condenado por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo em Simões Filho
Atualização Cratera provoca interdição total da BR-324 em Simões Filho; PRF indica desvios
Pena de 12 anos Foragido por homicídio em Simões Filho é preso em Salvador
Trânsito Buraco na BR-324 provoca fila de caminhões em Simões Filho; obras começam nesta terça (3)
Combate ao tráfico Motorista é preso com uma tonelada de maconha em Simões Filho
Operação Polícia Civil mira organização criminosa ligada ao tráfico de drogas e homicídios e bloqueia até R$ 300 milhões