Os ministros Edson Fachin, até então presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e Alexandre de Moraes, seu sucessor no cargo, iniciaram a transição do comando da Justiça Eleitoral. A transferência, na prática, funciona há meses, mas a passagem de bastão começou oficialmente no dia 15 de junho.
As equipes dos dois ministros vêm se encontrando frequentemente nas últimas semanas. Na segunda quinzena de julho, os técnicos farão reuniões maiores, com todos os setores estratégicos do TSE, para alinhar os trabalhos.
Nomeado à presidência da Corte em 14 de junho, Moraes assumirá o cargo de fato em 16 de agosto, a menos de dois meses das eleições. Nos últimos meses, o ministro tem acompanhado diversas agendas de Fachin no comando do tribunal, a exemplo de reuniões com presidentes de partidos.
Quando foi formalmente eleito, inclusive, Moares disse a Fachin que “a Justiça Eleitoral não permitirá que milícias, pessoais ou digitais, desrespeitem a vontade soberana do povo e atentem contra a democracia do Brasil”.
Governo Federal Lula faz gesto com dedo do meio durante discurso no Planalto e gera repercussão
Justiça Moraes prorroga prisão domiciliar de Bolsonaro, mantém tornozeleira e determina apreensão de armas
Parceira Lula liga para Jerônimo e manda recado para políticos baianos; assista
AtlasIntel/Bloomberg 74% acreditam que Jaques Wagner recebeu vantagens do Banco Master, aponta pesquisa
Internacional Número de mortos por terremotos na Venezuela chega a 2.295; governo decreta sete dias de luto
Política Câmara aprova urgência para projeto que equipara misoginia ao crime de racismo