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Política em Foco Eleições 2022

Cajado sugere desfavorecimento de Bolsonaro, mas descarta adiamento das eleições

Cajado, que apoia a reeleição de Bolsonaro, acredita que a chapa do atual presidente saiu prejudicada com as supostas irregularidades nas inserções nas rádios.

27/10/2022 11h45
Por: Keila Abreu Fonte: Bahia Notícias
Reprodução/Desconhecida
Reprodução/Desconhecida

Deputado federal reeleito e presidente em exercício do PP, Cláudio Cajado, descarta que a eleição que vai definir quem será o Presidente da República não seja realizada no próximo domingo (30). 

“Eu não fui consultado e não tenho informações sobre isso. Tenho lido sobre isso na imprensa e parece que é uma notícia que talvez não tenha algo que a respalde. Não acredito que haja nesse momento nada que enseje o adiamento das eleições”, disse o parlamentar ao Bahia Notícias. 

A possibilidade do adiamento chegou a ser cogitada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) após a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do TSE, de negar pedido da campanha para investigar a alegação de irregularidades em inserções eleitorais por emissoras de rádios.

Cajado, que apoia a reeleição de Bolsonaro, acredita que a chapa do atual presidente saiu prejudicada com as supostas irregularidades nas inserções nas rádios. “O fato importante que existe é a supressão da divulgação dos programas em algumas rádios da chapa de Bolsonaro. Umas reconhecem, outras dizem que aconteceram atrasos de dias, mas o fato é que está evidenciado. Porém, não tratamos do adiamento das eleições e nem o PP foi consultado”, afirmou. 

Ainda sobre a eleição nacional, o parlamentar baiano aposta na vitória de Bolsonaro, mesmo após as recentes polêmicas na reta final da campanha eleitoral. “Estou muito esperançoso que Bolsonaro possa ganhar as eleições, muito em função da virada que aconteceu no Sudeste do país. O episódio de Roberto Jefferson não teve impacto na campanha, ainda que os adversários queria explorar isso. A nossa expectativa é que haja vitória nos maiores colégios eleitorais, em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais e uma diminuição aqui do Nordeste. Nós esperamos que a diferença do primeiro turno acabe e que Bolsonaro vença as eleições”, pontuou.

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