Um pouco mais de um mês para o fim do mandato, o presidente Jair Bolsonaro (PL) agiu rápido e nomeou dois aliados para mandatos de três anos como membros da Comissão de Ética Pública da Presidência da República (CEP).
Os cargos, inclusive, são estratégicos e podem ser considerados como umas pedrinhas no sapato de qualquer governo. Além disso, parte deles ainda terá até mesmo poder de investigar a conduta do primeiro escalão durante o mandato do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
As nomeações de Célio Faria Júnior, ministro-chefe da Secretaria de Governo, e o de João Henrique Nascimento de Freitas, assessor especial da Presidência, foram publicados em edição extra do Diário Oficial da União desta sexta-feira, 18. Os mandatos ainda podem ser renovados ao final.
Ambos fazem parte da ala mais próxima a Bolsonaro. Célio, por exemplo, está com o atual chefe do executivo desde 2019. Enquanto isso, João Henrique é assessor direto do presidente.
A Comissão de Ética Pública é uma instância de consulta do presidente e dos ministros, responsável de auxiliar em assuntos como de de conflitos de interesses e também é responsável por apurar eventuais condutas em desacordo com o Código de Conduta da Alta Administração Federal.
Governo Federal Lula faz gesto com dedo do meio durante discurso no Planalto e gera repercussão
Justiça Moraes prorroga prisão domiciliar de Bolsonaro, mantém tornozeleira e determina apreensão de armas
Parceira Lula liga para Jerônimo e manda recado para políticos baianos; assista
AtlasIntel/Bloomberg 74% acreditam que Jaques Wagner recebeu vantagens do Banco Master, aponta pesquisa
Internacional Número de mortos por terremotos na Venezuela chega a 2.295; governo decreta sete dias de luto
Política Câmara aprova urgência para projeto que equipara misoginia ao crime de racismo