Pouco mais de um mês separaram o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de tomar posse. A cerimônia, agendada para o dia 1º de janeiro, contará com o mesmo esquema de segurança usado no 7 de Setembro e no segundo turno das eleições, principalmente por conta da preocupação da presença de manifestantes bolsonaristas, que seguem sem reconhecer o resultado das urnas.
De acordo com a coluna de Carolina Brígido, do UOL, as equipes de segurança do Congresso Nacional, do STF (Supremo Tribunal Federal) e da Polícia Militar do Distrito Federal estão preocupadas em conter manifestações que possam ameaçar a realização da cerimônia. Existe o temor de que tentem impedir a posse de Lula ou tumultuar o evento.
A barreira de contenção instalada na praça dos Três Poderes pouco antes do dia 30 de outubro deve ser mantida até o dia da posse, para proteger os prédios do STF, do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto. Não será permitida a circulação de caminhões na Esplanada dos Ministérios. Barreiras antidrone também serão instaladas no local.
Desde o fim da eleição, extremistas apoiadores de Bolsonaro tem realizado manifestações golpistas nas ruas e rodovias. Manifestantes nas redes sociais e nas ruas estão sendo monitorados poSTF, TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e pela PGR (Procuradoria-Geral da República por conta dos pedidos de intervenção militar, com base no discurso de que as eleições foram fraudadas.
Apesar disso, a avaliação das cortes superiores é que após a posse de Lula, esses extremistas devem perder força gradativamente, já que são motivados pela ideia de que o petista não assumirá a Presidência da República.
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