Multado em mais de R$ 22 milhões por litigância de ma fé ao questionar a legitimidade das urnas eletrônicas, o Partido Liberal (PL), do atual presidente Jair Bolsonaro, teve sua conta bancária preventivamente bloqueada.
Porém, do montante total (R$ 22.991.544,60), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) encontrou apenas R$ 13.599.298,26 disponíveis em conta, valor quase duas vezes menor do que o determinado como punição.
A indisponibilidade dos valores foi solicitada pelo juiz Marco Antônio Martin Vargas na última quinta-feira, 24, um dia depois do presidente da corte, Alexandre de Moraes, estipular a multa.
A soma restante deverá ser descontada da conta da sigla à medida que os duodécimos do fundo partidário forem sendo depositados. A quantia, bloqueada já na sexta-feira, pode ser desbloqueada caso os recursos da legenda sejam concedidos.
Na quarta-feira, 23, o ministro Alexandre de Moraes negou a ação do PL que visava invalidar votos contabilizados em parte das urnas utilizadas no segundo turno das eleições, que deu vitória ao petista Luiz Inácio Lula da Silva, principal adversário político do partido.
Governo Federal Lula faz gesto com dedo do meio durante discurso no Planalto e gera repercussão
Justiça Moraes prorroga prisão domiciliar de Bolsonaro, mantém tornozeleira e determina apreensão de armas
Parceira Lula liga para Jerônimo e manda recado para políticos baianos; assista
AtlasIntel/Bloomberg 74% acreditam que Jaques Wagner recebeu vantagens do Banco Master, aponta pesquisa
Internacional Número de mortos por terremotos na Venezuela chega a 2.295; governo decreta sete dias de luto
Política Câmara aprova urgência para projeto que equipara misoginia ao crime de racismo