Multado em cerca de R$ 22 milhões pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Partido Liberal (PL), que teve suas contas bancárias bloqueadas, encontra-se sem dinheiro para pagar as futuras despesas de seu principal filiado, o atual presidente Jair Bolsonaro, ao término de seu mandato.
A sanção foi imposta pelo ministro Alexandre de Moraes à legenda por litigância de ma fé ao questionar, sem provas, a legitimidade de quase 300 mil urnas utilizadas no segundo turno das eleições.
Do montante total que representa a multa (R$ 22.991.544,60), apenas R$ 13.599.298,26 foram encontrados disponíveis em conta e foram bloqueados. Em consequência, integrantes do PL afirmam que não há dinheiro para custear a casa e o escritório exigidos por Bolsonaro após deixar a Presidência.
Na semana passada, a sigla solicitou o desbloqueio de contas que não estariam relacionadas ao fundo partidário e apresentou um recurso para que a suspensão do financiamento público se limite a 10% do valor que o PL recebe mensalmente.
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