A Comissão de Ética Pública da Presidência da República aprovou a concessão de benefício de R$ 39,3 mil mensais a mais um ex-ministro do governo Bolsonaro. Paulo Cesar Rezende Alvim, que chefiou a pasta da Ciência, Tecnologia e Inovação, terá direito ao salário por seis meses a contar de janeiro.
O ex-ministro informou à Comissão de Ética que recebeu proposta de emprego após deixar o cargo, mas teve que negar por configurar conflito de interesse. Outros 14 ex-ministros de Bolsonaro já pleitearam e passaram a ter direito ao benefício.
Agentes públicos federais do alto escalão, após deixarem o cargo, precisam respeitar o prazo de seis meses para exercer função correlata na iniciativa privada. A vedação está prevista na chamada “lei da quarentena”, que determina: qualquer situação que possa gerar dúvida precisa ser analisada pela Presidência da República.
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