A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) informou que ele devolverá ao Tribunal de Contas da União (TCU) um segundo estojo com joias, presenteado pelo governo da Arábia Saudita, e trazido de forma ilegal ao Brasil.
O comunicado foi enviado à Polícia Federal de São Paulo, responsável pela investigação, e ao próprio TCU. Nele, os advogados dizem que o ex-mandatário está à disposição das autoridades para prestar depoimento e pedem para que as joias fiquem sob a guarda da Corte até a decisão final.
O Tribunal deve decidir nesta quarta-feira, 15, se Bolsonaro poderá ficar com as joias. No último dia 9, o ministro Augusto Nardes proibiu que o ex-mandatário vendesse ou utilizasse o acervo, mas permitiu que continuassem em sua posse até a determinação final.
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