A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) informou que ele devolverá ao Tribunal de Contas da União (TCU) um segundo estojo com joias, presenteado pelo governo da Arábia Saudita, e trazido de forma ilegal ao Brasil.
O comunicado foi enviado à Polícia Federal de São Paulo, responsável pela investigação, e ao próprio TCU. Nele, os advogados dizem que o ex-mandatário está à disposição das autoridades para prestar depoimento e pedem para que as joias fiquem sob a guarda da Corte até a decisão final.
O Tribunal deve decidir nesta quarta-feira, 15, se Bolsonaro poderá ficar com as joias. No último dia 9, o ministro Augusto Nardes proibiu que o ex-mandatário vendesse ou utilizasse o acervo, mas permitiu que continuassem em sua posse até a determinação final.
Governo Federal Lula faz gesto com dedo do meio durante discurso no Planalto e gera repercussão
Justiça Moraes prorroga prisão domiciliar de Bolsonaro, mantém tornozeleira e determina apreensão de armas
Parceira Lula liga para Jerônimo e manda recado para políticos baianos; assista
AtlasIntel/Bloomberg 74% acreditam que Jaques Wagner recebeu vantagens do Banco Master, aponta pesquisa
Internacional Número de mortos por terremotos na Venezuela chega a 2.295; governo decreta sete dias de luto
Política Câmara aprova urgência para projeto que equipara misoginia ao crime de racismo