A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (1º), um projeto que amplia o direito da mulher de levar acompanhantes a consultas em hospitais públicos e privados.
Atualmente, as mulheres têm o direito a escolher e contar com um acompanhante durante o trabalho de parto, parto e pós-parto. Essa garantia foi incluída na Lei Orgânica da Saúde em 2005 e ficou conhecida como Lei do Acompanhante.
O novo projeto amplia a redação para permitir o acompanhante em qualquer procedimento de saúde. O texto segue para a sanção do presidente Lula (PT).
Segundo a proposta, para os atendimentos de saúde que tiverem qualquer tipo de sedação ou rebaixamento do nível de consciência, se a mulher não indicar um acompanhante, a unidade de saúde terá que indicar uma pessoa. A preferência é que seja uma profissional de saúde do sexo feminino, sem qualquer custo adicional para a paciente.
Ainda de acordo com o texto, haverão exceções ao acompanhante em duas ocasiões: quando os procedimentos ocorrerem em centros cirúrgicos ou de terapia intensiva que possuam "restrições", e nos casos de urgência e emergência.
Ato na Barra Capitão Alden rebate Ivoneide sobre a BYD e acusa deputada de divulgar informação falsa
Eleições 2026 Em ato com Flávio e Nikolas, Diego Castro aposta em crescimento expressivo no 2º turno na Bahia
Caso Master Flávio Bolsonaro atribui diferença de valores de Dark Horse a contrato não cumprido
Cenário Político Flávio Bolsonaro diz ter se surpreendido com prisões e investigações contra aliados no Rio
Reforma Judicial Flávio Bolsonaro defende impeachment de Alexandre de Moraes e investigação de Nunes Marques
Com 96 anos José Sarney recebe alta hospitalar após nove dias de internação