Dos R$ 5,6 bilhões vetados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), cerca de R$ 4,2 bilhões foram em emendas ligadas a obras, pavimentação, calçamento e aquisição de máquinário agricola. As informações são do jornal Estadão.
Ainda de acordo com o jornal, o maior corte, de R$ 1,5 bilhão, foi na ação de "Apoio a Projetos de Desenvolvimento Sustentável Local Integrado", no âmbito do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, comandada por Waldez Góes.
A segunda maior, de R$ 1,1 bilhão, foi na ação de "Apoio à Política Nacional de Desenvolvimento Urbano Voltado à Implantação e Qualificação Viária", que engloba pavimentação, calçamento, e sinalização viária e acessibilidade. A demanda é ligada ao Ministério das Cidades, que tem Jader Filho (MDB) como titular.
Na quinta-feira (25), a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, ressaltou que o veto a emendas de comissão é provisório e tem a possibilidade de ser revisto. O presidente Lula, também havia declarado em entrevista à Rádio Metropole nesta terça-feira (23) que iria se reunir com lideranças partidárias que criticaram o veto para dar mais detalhes da motivação.
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