O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que ainda em março, os projetos complementares à reforma tributária serão encaminhados ao Congresso Nacional. Segundo o ministro, estar dependendo de "trabalhos" de Estados e municípios para definir temas do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços).
“A ideia nossa é mandar em março. A gente está dependendo um pouco dos trabalhos dos Estados e municípios que a gente firmou compromisso com eles de mandar já com a questão federativa, se não totalmente resolvida, bastante adiantada para facilitar a tramitação no Congresso”, declarou.
A regulamentação da reforma tributária sobre o consumo deve contar com quatro anteprojetos: Lei geral do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços); Comitê Gestor do IBS; Imposto Seletivo; e processo administrativo fiscal.
Haddad concedeu entrevista a jornalistas nesta segunda-feira (4) após de duas reuniões com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a diretora-geral do FMI (Fundo Monetário Internacional), Kristalina Georgieva, e o presidente da AIIB (Banco Asiátivo de Investimento em Infraestrutura), Jin Liqun. De acordo com o ministro, o assunto foi financiamento internacional.
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