Quem acompanha o escândalo recente no Colégio Militar de Salvador (CMS) só viu a ponta do iceberg. Além de usarem inteligência artificial para manipular imagens de 17 alunas em conteúdos pornográficos, estudantes do 8º ano vendiam as fakenews entre eles por R$ 50. E o pior está por vir: “Para mim, a parte em que planejavam estupro coletivo é bem pior que os nudes em si. Pq as fotos são montagens, mas e as fala? (sic)”, diz o pai de umas das alunas em um print.
A instituição apura os fatos, mas os pais das vítimas dizem que os acusados foram apenas trocados de turma. Para uma intuição que existe há 67 anos, e que tem como missão “valores, costumes e tradições do Exército Brasileiro, visando a assegurar a formação do cidadão e despertando vocações para a carreira militar”, não pode simplesmente resolver o problema desta forma.

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