Um relatório sobre crimes sexuais contra crianças na internet será entregue nesta quarta-feira (23) ao Ministério Público Federal por especialistas em segurança digital. Em uma das comunidades, a pesquisa registrou 200 mil usuários. No total, os participantes dos grupos somam 1,25 milhão.
Entre julho e setembro, a pesquisa identificou 41 comunidades com discussões ou troca de conteúdo explícito. Mesmo considerando robôs e usuários duplicados, esse número é significativo.Embora os grupos e canais sejam acessíveis a participantes de várias partes do mundo, a pesquisa revela uma significativa presença de brasileiros. Os pedófilos utilizam códigos, e quase metade das palavras que usam é em português, superando o uso de termos em espanhol ou inglês.
De acordo com os responsáveis pela pesquisa, a alta concentração de pedófilos no Telegram não é acidental, pois a plataforma possui características que facilitam a prática criminosa. "É um aplicativo que não tem times de segurança, não existem canais de denúncias apropriados, não existe moderação de conteúdo, não existem ferramentas de detecção. A empresa acaba atuando como uma plataforma a serviço do crime”, afirma Thiago Tavares, presidente da SaferNet.
Segurança Pública Operação Malhas da Lei prende 1.165 pessoas em 40 dias na Bahia
Rodovias Federais Radar de velocidade média tem testes suspensos pela ANTT; entenda
Falsificação Anvisa determina apreensão de três lotes falsificados de medicamento contra câncer
Saúde Chikungunya explode na Bahia e casos aumentam 364,9% em 2026
Fiscalização Senacon inicia operação contra possíveis abusos nos combustíveis; Bahia está entre os estados com maior alta
Violência Chaveiro é assassinado a tiros dentro de estabelecimento em bairro nobre de Salvador