O padre condenado por abusar de um adolescente com deficiência foi expulso da Igreja Católica. Fabiano Santos Gonzaga era pároco em Frutal, no interior de Minas, quando, em junho de 2016, obrigou o garoto de 15 anos a fazer sexo oral nele. As informações são da Metrópoles.
A Arquidiocese de Uberaba informou que Fabiano não foi excomungado, mas “reduzido a um estado laico e não é mais padre”.
Na época, o caso chocou todo Brasil. Fabiano foi preso em flagrante por estupro de vulnerável e acabou condenado a 15 anos de prisão, que era a pena máxima para o crime na época. Atualmente, Fabiano está livre. Ele saiu da penitenciária de Araxá, em Minas, em outubro de 2023, com a pena considerada cumprida.
Relembre
No dia do crime, o então padre abordou o adolescente em uma sauna dentro de um clube de Caldas Novas, em Goiás. Ele tocou nas partes íntimas do garoto, o beijou na boca e obrigou que fizesse sexo oral nele.
O adolescente revelou o episódio para a mãe, que denunciou o padre, dando início à investigação. Em 4 de junho de 2016, o padre foi preso por estupro de vulnerável. Ele negou o crime sempre, mas em 23 de maio de 2017 foi condenado a 15 anos de prisão.
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