O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinará o veto ao projeto de lei que reduz as penas de Jair Bolsonaro (PL) e dos outros condenados pela trama golpista na próxima quinta-feira, 8.
Lula reservou o dia 8 de janeiro, aniversário de três anos dos ataques às sedes dos Poderes, para dar um caráter simbólico e visibilidade à medida. O prazo final para o veto é 12 de janeiro, 15 dias depois do encaminhamento do texto pelo Congresso ao governo.
Após o ataque dos EUA à Venezuela, a pauta do evento de defesa da democracia poderá ser ampliada para o respeito à soberania dos povos. A informação é da Folha de S. Paulo.
Sob a supervisão do chefe da Secom (Secretaria de Comunicação da Presidência), Sidônio Palmeira, a Presidência prepara a solenidade, que será transmitida em telão, em frente ao Palácio do Planalto.
Do lado de fora, militantes deverão ficar concentrados em um ato em defesa da democracia e com o mote "sem anistia para golpistas".
As frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, partidos políticos e centrais sindicais estão entre os organizadores da manifestação. O secretário-geral da Presidência, Guilherme Boulos, participa da mobilização.
A expectativa é que Lula desça, no fim da tarde, a rampa ao encontro dos manifestantes. Pela programação, a assinatura do veto deverá ocorrer no mesmo dia. O presidente deverá discutir com auxiliares o teor do veto na terça, 6, quando deve retornar de Marambaia (RJ), onde passou o Réveillon.
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