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Camaçari Cultura

Diego Copque lança versão estendida do livro “Do Joanes ao Jacuípe” em Camaçari

Nova edição amplia conteúdo sobre a história do município e ganha documentário complementar

21/03/2026 18h47
Por: Luana Velloso Fonte: Redação
Foto: Patrick Abreu/ PMC
Foto: Patrick Abreu/ PMC

O professor e historiador Diego Copque lançou neste sábado (21), em Camaçari, a versão estendida do livro “Do Joanes ao Jacuípe: uma história de muitas querelas, tensões e disputas locais”. A nova edição amplia o conteúdo da obra publicada em 2021, com o acréscimo de 356 páginas, aprofundando a abordagem sobre a formação histórica do município.

Segundo o autor, o livro destaca o protagonismo dos povos indígenas na construção da história local. “Dentro desse livro, o conteúdo destaca o protagonismo dos povos indígenas, que são os povos originários dessa região e que deram origem ao município de Camaçari”, explicou.

A obra também aborda as transformações do território que atualmente compõe a Região Metropolitana de Salvador, anteriormente conhecida como Recôncavo Norte da Bahia.

Durante o evento, realizado no Teatro Cidade do Saber, o historiador também apresentou o documentário “Do Joanes ao Pojuca: narrando a história de Camaçari”, produção audiovisual que dialoga com o conteúdo do livro e propõe uma síntese da trajetória histórica do município.

De acordo com Diego Copque, o título do documentário faz referência à extensão territorial da cidade. “A extensão territorial do município de Camaçari vai do Joanes ao Pojuca, por isso o documentário se chama ‘Do Joanes ao Pojuca: narrando a história de Camaçari’, que é uma síntese de todo o conteúdo do livro. Obviamente que nós não vamos conseguir retratar em um documentário de 27 minutos a trajetória de um município que tem 467 anos de fundação”, afirmou.

O projeto foi realizado com apoio da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (Pnab), do Governo Federal, e da Secretaria Municipal de Cultura (Secult). A secretária da pasta, Elci Freitas, destacou a importância da iniciativa. “Hoje não estamos apenas mostrando um documentário e nem um livro, estamos reafirmando o valor de Camaçari, de suas raízes, de suas lutas, que construíram quem nós somos. São obras que nos convidam a olhar para o nosso território com mais consciência, pertencimento e orgulho”, declarou.

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