A defesa do presidente Lula (PT) pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta quinta-feira (22), a retirada do canal de WhatsApp "Exército do Lula" do registro da campanha à reeleição.
Os advogados argumentam que o canal, criado e administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), não tem vínculo formal com a campanha. Segundo a defesa, o espaço não recebe recursos ou suporte da candidatura e não segue orientações sobre conteúdo, frequência de publicações ou metas.
O pedido ocorre após o TSE definir novos critérios para determinar quando canais administrados por terceiros devem ser considerados vinculados a campanhas eleitorais.
A manifestação também responde a um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que quer o reconhecimento formal do vínculo do canal com a candidatura petista. A defesa de Lula sustenta que Janones é o criador, titular e único administrador do espaço e pede que ele seja considerado um canal independente de apoiador, sem vínculo formal com a campanha.
No mesmo dia, Janones anunciou a entrada de Lula no
"Exército do Lula". Segundo o deputado, o presidente teria sido incluído como administrador do canal e poderia enviar mensagens diretamente aos participantes. Uma mensagem com a palavra "cheguei" foi publicada no espaço e atribuída a Lula. Também foi divulgado um vídeo em que o presidente convida os integrantes para uma transmissão ao vivo com Janones.
Justiça Propaganda eleitoral gratuita termina nesta sexta (23)
Justiça TSE dá 24h para Meta e X explicarem distribuição de material político
Eleições 2026 Flávio Bolsonaro tem 47%, e Lula, 46%, diz pesquisa Datafolha
Justiça TJBA arquiva sindicância contra juiz de Camaçari acusado de racismo religioso
Eleições 2026 Campanha de Lula apresenta acordo com Flávio para abrir sigilos
Eleições 2026 Termina nesta quinta (22) o prazo para realização de comícios e ações de campanha