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Política em Foco Reunião no Planalto

Temer reúne ministros para discutir medidas econômicas

A expectativa do fundo é que a economia brasileira "encolha" 3,3% em 2016 – a última previsão era de uma queda de 3,8%, estimada em abril.

19/07/2016 15h24
Por: Redação Fonte: G1
Temer reúne ministros para discutir medidas econômicas
O presidente em exercício, Michel Temer, se reuniu na manhã desta terça-feira (19), no Palácio do Planalto, com oito ministros  a fim de discutir medidas para o país retomar o crescimento econômico e os investimentos, segundo informou a assessoria. O encontro, que se encerrou às 12h35, durou pouco mais de uma hora.

Participaram da reunião os ministros Henrique Meirelles (Fazenda), Dyogo Oliveira (interino do Planejamento), Eliseu Padilha (Casa Civil),Blairo Maggi (Agricultura), Geddel Vieira Lima(Secretaria de Governo), José Serra (Relações Exteriores), Marcos Pereira (Indústria, Comércio e Serviços) e Alberto Alves (interino do Turismo).

O líder do governo na Câmara, André Moura (PSC-SE), e o secretário do Programa de Parcerias em Investimentos, Moreira Franco, também acompanharam o encontro.

Inicialmente, havia a expectativa de que, após o encontro, alguns dos ministros concedessem entrevista para apresentar à imprensa as medidas definidas pelo governo. No entanto, ao final do encontro, nenhum dos integrantes do governo falou.

A assessoria da Presidência se limitou a informar que, na reunião, foram apresentados "números da economia", foi feita uma "análise de cenário" e ficou decidido que o núcleo econômico do governo voltará a se reunir em duas semanas.

Em relatório divulgado nesta terça, o Fundo Monetário Internacional (FMI) melhorou pela primeira vez – após cinco revisões para baixo – sua projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) do país este ano. A expectativa do fundo é que a economia brasileira "encolha" 3,3% em 2016 – a última previsão era de uma queda de 3,8%, estimada em abril.

Corte no Orçamento
Para esta semana, está previso o envio, pelo governo ao Congresso, do relatório bimestral com as projeções de receitas e despesas para os próximos dois meses.  Nesse documento, o governo tem de apontar a necessidade ou não de realizar um corte adicional no Orçamento para atingir a meta fiscal deste ano, que prevê um déficit de R$ 170,5 bilhões.

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