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Deputado fala sobre a legalização dos jogos de azar na Laser FM

Segundo o deputado, as diversas modalidades de apostas podem ser alternativas para investir em setores essenciais do país

29/11/2017 14h51 Atualizada há 9 anos atrás
Por: Redação Fonte: Redação com informações da Assessoria
Deputado fala sobre a legalização dos jogos de azar na Laser FM

O deputado federal Bacelar (Podemos-BA) afirmou ao vivo, durante participação no Programa Acorda Cidade, da Rádio Laser FM, que é a favor da legalização dos jogos de azar.  Segundo o deputado, todos os dias milhões de brasileiros jogam no jogo do bicho, na loteria, na internet e essas modalidades de apostas podem ser alternativas para o investimento em setores essenciais do país.

 

"Os sites que fazem apostas movimentam cerca de 9 bilhões de reais por ano, se tivesse legalizado, só dos jogos da internet nós teríamos de imposto 3 bilhões, que poderiam ser usados na previdência, saúde, segurança e educação. O jogo é uma indústria que afeta diversos segmentos, com os casinos você movimenta outras áreas, simbolizando assim um ciclo de desenvolvimento de geração emprego e renda para o nosso Brasil", salienta.


Nesta terça-feira (27), na tribuna da Câmara, o deputado questionou a demora na apreciação do projeto que trata da regularização dos jogos de azar. Bacelar solicitou ao presidente da Casa, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), que inclua  a matéria na pauta de votação imediatamente.


Na sessão, o líder do Podemos na Bahia defendeu a liberação dos jogos como uma forma de injetar recursos na economia do país, especialmente nas áreas da saúde, educação e previdência social. “É hipocrisia afirmar que, com a ilegalidade, os brasileiros deixarão de apostar. Temos os caça-níqueis, o jogo do bicho e novas modalidades de apostas, em cada esquina. Não dá pra fechar os olhos", ressalta.


O projeto 442/91 já está pronto para ser apreciado em plenário. “O setor aguarda pela aprovação da proposta há 25 anos. Estamos duas décadas e meia atrasados, perdendo divisas para cassinos internacionais”, cobrou Bacelar.

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