Com a saída do apresentador Luciano Huck da corrida presidencial, o PPS viu-se obrigado a atrair novos nomes para o partido. Atualmente, a sigla tenta angariar os “cabeças pretas” do PSDB, ou seja, os deputados mais jovens que fazem oposição ao governo Temer. A legenda tem menos de um mês, até 7 de abril, para convencer os parlamentares a trocarem de sigla sem risco de sofrerem punição.
Outra preocupação da legenda, que atualmente tem nove deputados, é a cláusula de barreira que exige que os partidos elejam em 2018 o número mínimo de 13 deputados em, pelo menos, nove estados para terem acesso ao fundo partidário e tempo de TV.
Segundo informações do Estadão, Daniel Coelho (PE) e Pedro Cunha Lima (PB), os dois principais porta-vozes dos “cabeças pretas”, encabeçam as negociações com o presidente nacional do PPS, o deputado federal Roberto Freire (SP).
O congressista pernambucano afirmou ainda que foi procurado pelo PPS com a promessa de criação de um novo braço da sigla, o partido Movimento 23, o M23. Freire confirmou as negociações com os tucanos.
Justiça Binho Galinha é condenado a mais de 30 anos de prisão por posse de armas
Infraestrutura Jerônimo destaca R$ 400 milhões em obras e garante aeroporto para Jequié
Gestão Municipal Pesquisa aponta que gestão de Augusto Castro tem 79,9% de aprovação em Itabuna
Justiça Por ordem de Moraes, PF faz busca por armas na casa de Bolsonaro
Proteção Infantil Senado aprova projeto que aumenta penas para crimes sexuais digitais contra crianças e adolescentes
Justiça Moraes dá 10 dias para PF ouvir Flávio em caso de calúnia contra Lula