O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) julga nesta quarta-feira (11) um pedido de liberdade apresentado pela defesa de Antonio Palocci, ex-ministro dos governos Lula e Dilma, preso desde setembro de 2016 em Curitiba, na Operação Lava Jato.
Palocci tenta no STF derrubar um decreto de prisão preventiva, que tem objetivo de evitar risco de cometimento de novos crimes ou prejuízo ao andamento do processo, relativo ao recebimento de propina da Odebrecht.
A defesa nega risco de interferência, alegando que a coleta de provas no caso já foi concluída. Relator do caso no STF, o ministro Edson Fachin já negou um pedido de liberdade em maio do ano passado.
O ex-ministro responde a processo conduzido pelo juiz Sérgio Moro por suposta prática de corrupção e lavagem de dinheiro, acusado pelo Ministério Público de receber propina da Odebrecht para beneficiar o grupo em contratos e licitações da Petrobras.
Palocci foi condenado em junho do ano passado, pelo juiz Sérgio Moro, a 12 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Moro entendeu que Palocci negociou propinas com a Odebrecht.
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