O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), adiou por mais 60 dias o prazo final para a conclusão de inquérito que apura o suposto recebimento de propina por parlamentares para aprovar medida provisória de interesse da Odebrecht, de acordo com o G1.
São investigados os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), os senadores Renan Calheiros (MDB-AL) e Romero Jucá (MDB-RR) e o deputado federal Lúcio Vieira Lima (MDB-BA).
Ao determinar a prorrogação, Fachin atendeu a pedido feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
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