O decreto que cria a Política Nacional de Trabalho no âmbito do sistema prisional (Pnat) foi publicado nesta quarta-feira (25) no Diário Oficial da União (DOU). A medida garante a inserção de presos e ex-detentos no mercado de trabalho por parte das empresas que vencerem licitações para serviços com a administração pública federal direta e também com autarquias e fundações. Entre as atividades que poderão ser executadas estão os serviços de limpeza, vigilância, alimentação, entre outros.
Como funciona?
Empresas com contrato de serviço por licitação com o Poder Executivo, em valores acima de R$ 330 mil, serão obrigadas a reservar vagas para presos ou egressos do sistema prisional.
Quem tem direito?
Presos provisórios, presos em regime fechado, semiaberto e aberto, além daqueles que já cumpriram a pena estão contemplados pelo decreto.
Os detentos devem ser autorizados pelo juiz de Execução Penal, ter cumprido ao menos um sexto da pena e cumprir requerimentos como aptidão e disciplina.
Quantas vagas serão abertas?
A empresa contratada pela administração pública federal terá de reservar de 3% a 6% da mão de obra para presos ou egressos do sistema carcerário. O percentual irá variar conforme a quantidade de pessoas necessárias para prestar o serviço:
Objetivo
Facilitar e ampliar a ressocialização de presos e ex-detentos no mercado de trabalho.
Justiça Binho Galinha é condenado a mais de 30 anos de prisão por posse de armas
Infraestrutura Jerônimo destaca R$ 400 milhões em obras e garante aeroporto para Jequié
Gestão Municipal Pesquisa aponta que gestão de Augusto Castro tem 79,9% de aprovação em Itabuna
Justiça Por ordem de Moraes, PF faz busca por armas na casa de Bolsonaro
Proteção Infantil Senado aprova projeto que aumenta penas para crimes sexuais digitais contra crianças e adolescentes
Justiça Moraes dá 10 dias para PF ouvir Flávio em caso de calúnia contra Lula