"De acordo com informações da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) foi instaurado inquérito para apurar o ocorrido. As investigações estão sob sigilo", diz a nota.
Os atos de discriminação por raça e cor são considerados crimes no Brasil desde 1989. Além deles, há também a conduta de injúria racial, que é detectada em atos que ofendem a honra de alguém valendo-se de elementos referentes à raça, cor, etnia, religião ou origem.
O caso mais recente no reality foi de Maycon, que ao ver Gabriela e Rodrigo dançando uma música de Jorge Aragão, disse ter sentido um arrepio ao ouvir "músicas esquisitas". A mineira Paula, em conversa com Hariany, disse ter medo das religiões africanas: "Eu tenho muito medo do Rodrigo. Ele fala o tempo todo desse negócio de Oxum deles lá, que ele conhece. Eu tenho medo disso, mas nosso Deus é maior".
Em conversa com o EXTRA, a família de Paula a defendeu das acusações. "As pessoas querem causar polêmica, ficar militando", reclama Mônica von Sperling, irmã da BBB.
A mãe da loura também saiu em defesa de Paula: "minha filha é a pessoa mais pura que conheço, não tem nada de racista, não. Estão interpretando de uma maneira equivocada o que ela fala. Minha mãe é negra".
"Peço ao divino espírito santo que guie as palavras da Paula, e que ela pare de causar polêmicas. São expressões que ela não deveria falar, mesmo sabendo que é tudo sem maldade", finalizou a mãe da sister.
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