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Esporte E. C. Bahia

Há seis jogos sem vencer, Bahia atravessa maior jejum do ano

Próximo desafio do tricolor será contra a Chapecoense, na Arena Condá

26/07/2019 08h27
Por: Redação Fonte: Correio 24 Horas
Há seis jogos sem vencer, Bahia atravessa maior jejum do ano

O clima no Fazendão é de tranquilidade, mas o desempenho do Bahia nas últimas partidas fez o sinal de alerta acender no tricolor. Há seis jogos o Bahia não sabe o que é vencer. Até aqui, foram três derrotas e três empates, pelo Brasileirão e Copa do Brasil, a pior sequência da equipe na temporada.

Em relação ao desempenho, só uma vez esse ano o tricolor viveu situação parecida. Entre janeiro e fevereiro, quando ainda era treinador por Enderson Moreira, o time chegou a ficar quatro jogos sem triunfar. Foram duas derrotas e dois empates pelo Baianão, Copa Sul-Americana e Nordestão. Vale ressaltar que, naquela ocasião, o Bahia usou o time B na derrota para o Bahia de Feira e no empate com o Atlético de Alagoinhas.

O momento ruim traz reflexos diretos para o clube. Além da eliminação nas quartas de final da Copa do Brasil, o tricolor que chegou a figurar na quinta colocação do Brasileirão e hoje é o 12º. “A gente sabe do poder de reação. Tem que elevar o nível de pensamento para buscar logo essa sequência e triunfo o mais rápido possível”, afirmou o volante Gregore.

A seca azul, vermelha e branca passa também pelo setor ofensivo. Desde que voltou da pausa da Copa América, o ataque do time balançou as redes apenas uma vez, no empate por 1x1 contra o Grêmio, no jogo de ida da Copa do Brasil. Depois disso, o Esquadrão passou em branco contra o próprio Grêmio, no duelo de volta, Santos e Cruzeiro, no Brasileirão.

Para melhorar o aproveitamento ofensivo, a tendência é de que Lucca seja titular contra a Chapecoense. A dúvida de Roger está no posicionamento do jogador.

“É importante conversar com o Lucca para saber onde ele se sente mais confortável para jogar, se é pelas beiradas, como ele estreou, ou por dentro, como meia-atacante, como atacante ao lado do Gilberto ou Fernandão. Isso é importante e acarreta na possibilidade de eu poder utilizá-lo mais ou menos, no começo do jogo ou no decorrer dele”, explicou o treinador do Esquadrão.

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