Natural de Pojuca, o Capitão da Polícia Militar da Bahia, Marcos Alexandrino Silva, tem se tornado referência nacional na área de segurança pública. Movido pelo compromisso com a profissão e pelo desejo de contribuir com soluções inovadoras, o oficial ultrapassou fronteiras e levou sua expertise para o Distrito Federal, onde foi convidado pela Polícia Militar local para participar do II Curso de Policiamento Rural, em Brasília.
Durante o evento, que reuniu oficiais e instrutores de várias regiões do país, o Capitão Alexandrino apresentou o tema “Análise de Vulnerabilidade da Segurança Patrimonial Rural com Base nos Princípios da Arquitetura Ambiental na Prevenção Contra o Crime”. O conteúdo, de base técnica, tem aplicação direta na rotina das forças de segurança e busca um objetivo essencial: tornar o campo um ambiente mais seguro para quem vive e trabalha nele.
A instrução, que contou com a participação de 45 policiais de estados como Goiás, Maranhão e o próprio Distrito Federal, uniu teoria e prática em torno de um propósito comum — repensar o papel do policiamento rural a partir da realidade das comunidades.
“Segurança Rural é muito mais que policiamento voltado para o campo. É um conjunto de medidas envolvendo políticas públicas, práticas comunitárias e iniciativas privadas, todas voltadas para tornar a zona rural um espaço menos propício à ação criminosa”, explicou o Capitão Alexandrino.
O reconhecimento conquistado pelo oficial é resultado de anos de dedicação. Desde 2019, quando a 92ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), em Vitória da Conquista, iniciou o projeto Policiamento Comunitário Rural Georreferenciado, Alexandrino vem se destacando como um dos poucos especialistas do país na área. A iniciativa cresceu, foi implementada em cidades como Juazeiro, Ipiaú e Brumado, e em 2026 alcançará sua segunda edição oficial do Curso de Policiamento Rural da PMBA.
Por trás das estatísticas e conquistas institucionais, há um sentimento que transcende os números: orgulho. Para os pojucanos, ver um conterrâneo representando a Bahia e levando o nome da cidade até Brasília é motivo de inspiração e admiração.
A trajetória do Capitão Marcos Alexandrino mostra que servir é mais que uma profissão — é uma vocação. E quando o compromisso com o bem comum nasce em solo pojucano, ele ecoa longe, alcançando corações e inspirando novas gerações.
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