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Política em Foco Sabatina Piatã FM

Após avanço na CCJ, ACM Neto defende aprovação do fim da escala 6x1 no plenário do Senado

Candidato ao governo da Bahia também defendeu a desoneração da folha de pagamento e a adoção de medidas para estimular a geração de empregos

03/09/2026 10h36
Por: Anderson Almeida Fonte: Ascom
 Brenno Carvalho
Brenno Carvalho

O candidato ao governo da Bahia ACM Neto (União Brasil) defendeu a aprovação, o quanto antes, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1. A matéria avançou na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal nesta quarta-feira (2) e agora segue para análise no plenário da Casa.

Durante sabatina na Rádio Piatã FM, na terça-feira (1º), Neto afirmou ter uma posição definida sobre o tema e destacou a importância da discussão para o país. “Esse é um assunto que eu tenho posição clara, até pela relevância que ele tem para o país, mesmo sendo um assunto do Congresso Nacional, todo homem público precisa ter uma posição bem definida sobre isso. Eu sou a favor fim da escala 6x1, eu sou a favor da aprovação da emenda constitucional”, afirmou. Em seguida, acrescentou: “e espero que o Senado possa aprová-la, como fez a Câmara dos Deputados”.

O candidato também destacou a participação de aliados na tramitação da proposta na Câmara dos Deputados. Segundo Neto, os deputados federais Paulo Azi (União Brasil), relator da matéria na CCJ, e Leo Prates (Republicanos), que relatou o texto no plenário da Câmara, atuaram na articulação para o avanço da PEC. “Então, são dois dos deputados mais próximos a mim que se envolveram pessoalmente na articulação para a PEC avançar e ser aprovada na Câmara. E eu quero e luto para que ela seja aprovada o quanto antes no Senado”, frisou.

Durante a sabatina, ACM Neto também afirmou que uma eventual mudança na jornada de trabalho precisa ser acompanhada de outras medidas econômicas. Entre elas, citou a desoneração da folha de pagamento como forma de reduzir os custos para empregadores e preservar a geração de empregos. “Precisamos introduzir no Congresso Nacional a imediata discussão da desoneração da folha de pagamento, como é que a gente vai diminuir o ônus para quem produz, para quem emprega que existe hoje no Brasil em função da alta carga tributária, dos impostos elevadíssimos que são comprados dos empresários”, analisou.

Neto relacionou ainda a discussão sobre a jornada de trabalho a uma agenda de crescimento econômico, geração de empregos formais e equilíbrio das contas públicas. “É preciso que a gente tenha um pacto nesse país de retomada de crescimento, de geração de emprego formal, de carteira assinada, de formalização de trabalho, e tudo isso só vai acontecer se houver, na minha opinião, um novo horizonte em termos econômicos do país”, declarou. O candidato também criticou a condução das contas públicas pela União. “O governo federal, hoje, gasta muito e gasta mal. A gente não vê nenhum esforço de equilíbrio das contas públicas em Brasília, que é uma agenda que vai ter que acontecer ao lado da agenda das reformas, que também vão precisar acontecer”, afirmou.

Ao final, ACM Neto voltou a defender que a proposta seja aprovada rapidamente pelo Senado e apontou que a próxima legislatura deverá discutir medidas de redução da carga tributária e estímulo à geração de empregos. “Então, é preciso o Senado aprovar logo o fim da escala 6x1, mas já pensando nesse início de uma nova legislatura a partir do próximo ano, introduzir um debate de reformas, de redução de carga tributária e de como aliviar o peso para o empregador, para o empresário, para quem gera emprego no Brasil”, completou.

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