Mais uma vez agentes da Polícia Federal (PF) amanheceram nas ruas para cumprir 10 mandados de prisão no Rio de Janeiro e em Porto Alegre relacionados à Operação Lava Jato. Em nova etapa, deflagrada nesta quarta-feira (6), a investigação apura irregularidades na Eletronuclear.
Além desses mandados de prisão, serão cumpridos também de busca e apreensão e condução coercitiva — quando algum suspeito de ser ligado ao caso é levado para prestar depoimento e depois é liberado. De acordo com o G1, desta vez, o principal alvo é o ex-diretor-presidente da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro da Silva, que já cumpre prisão domiciliar. Ele deve ser levado para a sede da PF, na Zona Portuária do Rio, e, em seguida, para o Complexo Penitenciário de Bangu.
Desmembrada a partir da investigação da Petrobras, em 29 de outubro, a ação penal sobre o esquema de corrupção na empresa foi encaminhada para a Justiça Federal do Rio. Com isso, deixou de ser julgada pela PF, no Paraná. Ainda no ano passaso, no dia 28 de julho, Othon Luiz Pinheiro da Silva, foi preso na 16ª fase da Lava Jato, acusado de receber R$ 4,5 milhões de propina das obras da Usina Nuclear de Angra 3.
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