Renato Cajá também desembarcou em Salvador após um período de inatividade, em maio. Além disso, antes de defender o Esquadrão, o meia estava no Sharjah FC, dos Emirados Árabes, uma escola de futebol que dificulta a readaptação de jogadores brasileiros. “Cheguei com praticamente cinco meses sem jogar e fiz uma mini pré-temporada. Tô acreditando que 2017 vai ser um ano extraordinário, não só pra mim, mas para o Bahia. Vou buscar isso”, prometeu o meia, que fez 32 jogos com a camisa do Bahia.
Aos 32 anos, ele não se dá ao luxo de passar as férias de perna pra cima e garante que está cuidando pra não chegar tão fora de forma na reapresentação do dia 2 de janeiro. “Já tô me preparando fisicamente pra voltar bem. Não posso voltar sem ter feito nenhum preparo físico. Tô ansioso pra voltar e fazer um grande trabalho em 2017”, afirmou Cajá.
Ao contrário do que aconteceu esse ano, Régis e Renato Cajá começarão o ano no Fazendão. Promessa de boa disputa pela camisa 10.
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