O empresário é investigado pelo pagamento de propina a ex-diretores da Petrobras e estava foragido desde 2015. Ele foi preso em Portugal em março de 2016 na Operação Polimento, 25ª fase da Operação Lava Jato. Em razão da cidadania portuguesa, Schmidt estava aguardando o resultado do processo de extradição em liberdade.
A decisão do Tribunal Constitucional de Portugal permitirá que o empresário possa responder pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro em território brasileiro. Uma das condições para a extradição é que ele só poderá responder por crimes praticados antes de dezembro de 2011, quando obteve a nacionalidade portuguesa.
A prisão de Schmidt foi resultado de um trabalho conjunto de inteligência entre PF, Ministério Público Federal, Interpol, Adidância da Polícia Federal em Portugal e as autoridades portuguesas.
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